Fofocas.
Quem nunca fofocou que atire a primeira pedra.
Falar dos outros é algo muito natural e inerente ao ser humano.
Falar mal dos outros também acaba sendo.
Não tenho moral pra falar que não sou fofoqueira (tenho vergonha na cara pelo menos).
Sim, reconheço. Falo dos outros sim.
Mas a história é muito diferente quando se trata de voce.
Resumindo uma história longa numa frase sintética: há uma (talvez duas) pessoa que anda inventando coisas a meu respeito, esperando me prejudicar de alguma forma.
Quando fiquei sabendo, a minha reação foi de ira. Vontade de tomar satisfações, dar uns tabefes (!) e dizer uma boas verdades na cara desse individuo em questão.
Tres horas depois, pego-me pensando em inventar outras fofocas a respeito da meliante para revidar. Trazer a tona todos os podres que conheço e os que a minha mente pode inventar de maligno.
Passado alguns dias e a ira inicial, fico pensando se eu não fiz o mesmo com outras pessoas (ainda que seja sem querer, porque mal nenhum quis causar).
Falar dos outros é gostoso. Convenhamos. Não concorda? Então atire as suas pedras.
Mas qual o limite disso? Até onde nós podemos ir alegando uma inocente curiosidade?
Mais uma vez, convenhamos, a curiosidade é traiçoeira e costuma se transformar rapidamente em outras coisas mais sinistras.
Bom, concluindo, tudo isso me serviu de lição pra me vigiar mais atentamente.
Mas antes disso, serviu-me pra tomar mais cuidado com as pessoas. Realmente, existem pessoas que não são dignas de NADA. (na verdade, merecem muito ódio e maledicencias, mas não paguemos o mal pelo mal).
(Respira, abafa...)
Voltar as origens, conforme o post anterior.
Procurar, na minha mente limitada e insignificante, alguma lembrança do ser humano que Deus queria que me tornasse. Qualquer flash de semelhança a Ele vale. Aceitar as limitações humanas (as minhas inclusive)com muito esforço (acompanhado de muita negação no início)(Na verdade, talvez ainda me rebata...)
Tentar esquecer.
Pois o esquecimento é uma dádiva por Deus, não é mesmo...
Distancia de pessoas ruins e esquecimento seletivo e forçado mode ON.
Mas sabe, antes de concluir este post, preciso reconhecer que também posso ser má assim como a meliante. Até pior.
Poxa Deus, por que o ser humano é tão ruim... E por que mesmo assim, o Senhor me assumiu?
A graça de Deus é grande mesmo. Amazing grace. Bota amazing nisso.
Deus, obrigada. E faça com que eu possa aprender sempre, não somente com coisas boas, mas especialmente com coisas ruins.
Au revoir
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Back to the basic
Pois é. O tempo passa, o tempo voa, a poupança Bamerindus..nem existe mais...
Tem coisas que acabamos esquecendo por serem básicos, essenciais e importantes demais.
Nesses últimos domingos tenho percebido de algo importante que tinha caído no esquecimento: respeito.
Respeito.
Respeito a Deus, mais especificamente.
Eu corro tanto, enervo-me tanto, planejo tanto, estresso-me tanto... que acabo me esquecendo que tem alguém (beeemmm) maior lá em cima olhando por mim.
Ele devia estar pensando: calme-toi, ma fille.
Nada acontece ao acaso e tudo coopera a algo. Tudo conspira a Ele. E a minha história não é escrita apenas com as minhas duas mãos. Há alguém que escreve junto comigo cada parágrafo que preenche os dias.
Ops, tinha me esquecido dEle.
Não foi por mal. Mas tanta afobação e preocupação que a pessoinha aqui tem...
Foi mal, Senhor. Aliás, não foi por mal não. Agi como se eu mandasse em tudo e todos, e me esqueci do Senhor. Desculpa.
Quase ouço uma voz dizendo: Eu sei. Tudo bem, não tem problema. Eu te entendo. Acalma-te um pouco. Tudo vai dar certo na sua hora. Não se afobe. Respira fundo. Inspira - expira...
Não tivemos ainda uma conversa muito longa. Mas já me sinto tão melhor... Consigo respirar mais aliviada.
Eu ser dona da minha vida... de onde eu tirei isso...
Coisas básicas que carecem ser relembradas...
Marco na minha agendinha mental: respeito a Deus. Respeito ao amor que Ele tem por mim.
Au revoir
Tem coisas que acabamos esquecendo por serem básicos, essenciais e importantes demais.
Nesses últimos domingos tenho percebido de algo importante que tinha caído no esquecimento: respeito.
Respeito.
Respeito a Deus, mais especificamente.
Eu corro tanto, enervo-me tanto, planejo tanto, estresso-me tanto... que acabo me esquecendo que tem alguém (beeemmm) maior lá em cima olhando por mim.
Ele devia estar pensando: calme-toi, ma fille.
Nada acontece ao acaso e tudo coopera a algo. Tudo conspira a Ele. E a minha história não é escrita apenas com as minhas duas mãos. Há alguém que escreve junto comigo cada parágrafo que preenche os dias.
Ops, tinha me esquecido dEle.
Não foi por mal. Mas tanta afobação e preocupação que a pessoinha aqui tem...
Foi mal, Senhor. Aliás, não foi por mal não. Agi como se eu mandasse em tudo e todos, e me esqueci do Senhor. Desculpa.
Quase ouço uma voz dizendo: Eu sei. Tudo bem, não tem problema. Eu te entendo. Acalma-te um pouco. Tudo vai dar certo na sua hora. Não se afobe. Respira fundo. Inspira - expira...
Não tivemos ainda uma conversa muito longa. Mas já me sinto tão melhor... Consigo respirar mais aliviada.
Eu ser dona da minha vida... de onde eu tirei isso...
Coisas básicas que carecem ser relembradas...
Marco na minha agendinha mental: respeito a Deus. Respeito ao amor que Ele tem por mim.
Au revoir
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