domingo, 10 de outubro de 2010

Coceira

Pois é. Estou com uma mega coceira.

Coceira literalmente. Faz uns tres dias surgiram umas coisas pelo meu corpo, hoje somam quase 30 pontos. Vermelhidão, inchaço e.. coceira. Aliás, COCEIRA que nem me deixa dormir.

Desconfiando de alguma alergia, tomei anti-histamínico. Não adiantou muito.
Perguntaram se eu estava com catapora. Já tive qdo criança... guardo marcas até hoje.
Intoxicação alimentar... Pode ser, mas não estou com dor de barriga nem nada.

Coceira.

Ainda bem que não acometeu o rosto. Se não, já tinha voado pra médico. Prezo a beleza do meu rosto, porém do corpo nem tanto.

Resumindo, coceira danada.

Espero melhorar. Estou parecendo uma louca com tanta vermelhidão.

E não fica bonito uma mulher ficar se coçando por aí.


Coceira.

É uma metáfora para o meu estado, será...

Não aguento mais passar pelos mesmos problemas e mesmos estresse. Parece que sou um esquilo girando a roda louca e frenéticamente. Estou me coçando pra ver se algo muda. Mas nada muda e continuo girando a roda.

Mas que vida não está sujeita a monotonia... Pois é. Seja bom ou ruim, toda e qualquer tipo de vida está sujeita a monotonia e seu frequente desanimo... Seguido pelo conformismo inerente ao ser humano, que por sua vez se revela um bicho antagonico, pois odeia e ama o marasmo cotidiano.

Eu mesma sou uma pessoa presa a rotina. Eu gosto de rotina. Me sinto insegura sem rotina, sei que sou um control freak total.

Mas ao mesmo tempo, rotina cansa e estressa. Qual ser humano que não sonha com uma vida agitada sem dois dias iguais... Todos os filmes cooperam para nutrir esse agito interno que cresce dentro de nós.

Discurso de teen... Sim, talvez. Mas os melhores conflitos e crises se dão na adolescencia. Quando a nossa cabeça ainda não está de acordo com o mundo.


Coceira, de todos os sentidos.

Será estresse...!!!

Afinal, nesta vida moderna, tudo se resume ao estresse.

Pois modernidade é sinonimo de estresse.

Quão moderna sou eu então...

Voilá. Coceira.

Au revoir

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