As horas, os dias, as semanas passam... E a vida vai assim, fluindo através dos dias que nada parecem ter de significante. Porém, esses dias talvez sejam os mais significantes. Maquiados pelo ordinário, comum, corriqueiro... real.
Não há grandes feitos ou ações. Mas há o viver comum, que em muitos aspectos, supera a grandeza de qualquer ato extraordinário.
Viver dia após dia, lutar a cada dia contra tudo e todos.
Aceitar algumas coisas e confrontar outras.
Não carecer de alguém ou algo para atribuir um sentido. Achar um sentido absoluto a um ato automático como viver. Tão automático que chega a ser amedrontador.
E todos parecem estar caminhando rumo a algo, alguém, algum lugar...
Somewhere.
(Estes pensamentos me vieram após assistir o Somewhere da Sofia Coppola)
Au revoir
sábado, 12 de fevereiro de 2011
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